{"id":2382,"date":"2025-03-05T17:44:11","date_gmt":"2025-03-05T20:44:11","guid":{"rendered":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/?p=2382"},"modified":"2025-03-05T17:44:12","modified_gmt":"2025-03-05T20:44:12","slug":"angela-ribeiro-estreia-solo-belmira-no-sesc-ipiranga-no-dia-13-de-marco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/2025\/03\/05\/angela-ribeiro-estreia-solo-belmira-no-sesc-ipiranga-no-dia-13-de-marco\/","title":{"rendered":"Angela Ribeiro estreia solo\u00a0Belmira\u00a0no Sesc\u00a0Ipiranga\u00a0no dia 13 de mar\u00e7o"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Com texto e dire\u00e7\u00e3o de\u00a0<\/em><strong><em>Carla Zanini<\/em><\/strong><em>, espet\u00e1culo prop\u00f5e reflex\u00e3o sobre a inseguran\u00e7a e o medo enfrentados diariamente por uma professora sobrevivente de um atentado escolar<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"744\" height=\"485\" src=\"https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/91df73f8-21b5-468b-8fd9-03ab7bd312ae.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2383\" srcset=\"https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/91df73f8-21b5-468b-8fd9-03ab7bd312ae.png 744w, https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/91df73f8-21b5-468b-8fd9-03ab7bd312ae-560x365.png 560w\" sizes=\"auto, (max-width: 744px) 100vw, 744px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A viol\u00eancia escolar tem amea\u00e7ado a educa\u00e7\u00e3o no Brasil e comprometido o aprendizado nos \u00faltimos anos, o que torna a presen\u00e7a em sala de aula um ato de resist\u00eancia dos educadores. \u00c9 justamente essa a reflex\u00e3o provocada pelo solo&nbsp;<strong>Belmira<\/strong>, estrelado por&nbsp;<strong>Angela Ribeiro&nbsp;<\/strong>e escrito e dirigido por&nbsp;<strong>Carla Zanini<\/strong>, que estreia no dia 13 de mar\u00e7o (quinta, 21h30), no projeto Teatro M\u00ednimo, do Sesc&nbsp;Ipiranga. O espet\u00e1culo segue em cartaz por l\u00e1 at\u00e9 06 de abril, com apresenta\u00e7\u00f5es de sexta e sexta, \u00e0s 21h30; e s\u00e1bados e domingos, \u00e0s 18h30.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho, segundo a autora e diretora, nasceu dentro do curso piloto de dramaturgia do Instituto Brasileiro de Teatro (IBT) e foi motivado pela indaga\u00e7\u00e3o sobre como \u00e9 poss\u00edvel aprender e ensinar em um ambiente amea\u00e7ado pelo recente crescimento de atentatos nas escolas do pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFoi nesse espa\u00e7o de compartilhamento, conduzido por Angela Ribeiro, Silvia Gomez e Guto Portugal, que criei a primeira semente dessa hist\u00f3ria que desenvolvemos juntas. Um pensamento segue pulsando em mim: a resist\u00eancia incans\u00e1vel de artistas e professores, que seguem em frente mesmo diante do descaso e do sucateamento da cultura e da educa\u00e7\u00e3o.&nbsp;\u00c9 uma for\u00e7a interna que nos atravessa e nos faz continuar, apesar da precariedade, do burnout, da instabilidade e do medo\u201d, revela Zanini.<\/p>\n\n\n\n<p>A trama acompanha Marta, uma professora paraense que sobreviveu a um atentado escolar e agora divide com o p\u00fablico suas reflex\u00f5es sobre educa\u00e7\u00e3o e o seu v\u00ednculo com a enigm\u00e1tica professora Belmira.&nbsp;Embaladas por ritmos do Par\u00e1, as mem\u00f3rias emergem da rela\u00e7\u00e3o entre as duas na tentativa de elabora\u00e7\u00e3o do trauma vivido.<\/p>\n\n\n\n<p>A protagonista e a pr\u00f3pria hist\u00f3ria t\u00eam forte influ\u00eancia da figura da cantora paraense Dona Onete, que, antes de ser reconhecida como a \u201crainha do carimb\u00f3 chamegado\u201d, dedicou sua vida \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. Ela foi&nbsp;professora de Hist\u00f3ria e Estudos Paraenses, secret\u00e1ria de Cultura do munic\u00edpio de Igarap\u00e9-Miri e atuou ativamente nos movimentos sindicais \u2013 inclusive durante a ditadura militar. A cultura paraense e a forma de ensinar e contar hist\u00f3rias que Dona Onete levou para suas salas de aula s\u00e3o os mesmos que ecoam na pe\u00e7a\u201d, explica a diretora.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 para a atriz Angela Ribeiro, que nasceu em Bel\u00e9m (PA), a pe\u00e7a \u00e9 um reencontro com suas origens. \u201c\u00c9 um resgate da minha ess\u00eancia de tudo aquilo que vivi. Tem sido muito emocionante voltar \u00e0s minhas origens, tocar o ch\u00e3o que mais me comp\u00f5e, nadar nos rios que mais carrego nas veias. Me lembra que continuar faz parte da minha hist\u00f3ria. Que podemos mover as estruturas. J\u00e1 estamos fazendo isso, aqui e agora! Me encoraja a seguir, a acreditar que juntos somos sim capazes de alterar, de inventar um novo cen\u00e1rio. Me renova a esperan\u00e7a de um tempo que eu, voc\u00ea e todos n\u00f3s, ainda vamos viver juntos\u201d, revela.<\/p>\n\n\n\n<p>E sobre os desafios enfrentados por quem est\u00e1 diariamente na sala de aula, Ribeiro reflete: \u201cEu tenho pensado muito nesse modo que \u00e9 \u2018ensinar aprendendo\u2019 e vice e versa. Quais s\u00e3o as possibilidades reais dentro de um panorama t\u00e3o assustador onde, em sua maioria, s\u00f3 quem est\u00e1 nas pequenas bolhas consegue sobreviver e ter algum prazer em aprender. Estar numa sala de aula hoje em dia \u00e9 um ato de resist\u00eancia. Requer coragem e coragem significa \u201cbravura de quem tem um cora\u00e7\u00e3o forte\u201d. Envolve afeto. Ensinar \u00e9 muito mais sobre jeito do que sobre for\u00e7a\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Com produ\u00e7\u00e3o do Plataforma &#8211; Est\u00fadio de Produ\u00e7\u00e3o Cultural, o espet\u00e1culo aposta na for\u00e7a do encontro e do momento presente por meio de uma encena\u00e7\u00e3o intimista, na qual o p\u00fablico desvenda, passo a passo, as camadas dessa hist\u00f3ria. A trilha sonora de Mini Lamers, a luz de Gabi Souza, o cen\u00e1rio de Rager Luan e o figurino de Gui Funari e Andy Lopes integram-se ao jogo c\u00eanico entre a atriz e o p\u00fablico, ampliando os imagin\u00e1rios e desdobramentos da narrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>A proximidade entre artistas e p\u00fablico \u00e9 a marca do projeto Teatro M\u00ednimo, que parte de montagens de pequeno porte com foco em dramaturgia e interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ficha T\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Idealiza\u00e7\u00e3o: Carla Zanini e Angela Ribeiro<\/p>\n\n\n\n<p>Elenco: Angela Ribeiro<\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o e Dramaturgia: Carla Zanini<\/p>\n\n\n\n<p>Assistente de dire\u00e7\u00e3o: Lilian Regina<\/p>\n\n\n\n<p>Produ\u00e7\u00e3o: Plataforma Est\u00fadio de Produ\u00e7\u00e3o Cultural<\/p>\n\n\n\n<p>Dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o: Fernando Gimenes<\/p>\n\n\n\n<p>Produ\u00e7\u00e3o executiva: Bruno Ribeiro<\/p>\n\n\n\n<p>Trilha sonora e opera\u00e7\u00e3o de som: Mini Lamers<\/p>\n\n\n\n<p>Desenho de luz: Gabriele Souza<\/p>\n\n\n\n<p>Opera\u00e7\u00e3o de luz: Leticia Rocha<\/p>\n\n\n\n<p>Cenografia: Rager Luan<\/p>\n\n\n\n<p>Figurino: Gui Funari e Andy Lopes<\/p>\n\n\n\n<p>Prepara\u00e7\u00e3o de atua\u00e7\u00e3o: Felipe Rocha<\/p>\n\n\n\n<p>Fotografia: Brendo Trolesi<\/p>\n\n\n\n<p>Redes Sociais: Jorge Ferreira<\/p>\n\n\n\n<p>Assessoria de imprensa:&nbsp;Pombo Correio Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o &#8211; Douglas Picchetti e Hel\u00f4 Cintra<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sinopse<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Marta, uma professora paraense sobrevivente de um atentado escolar, compartilha suas re\ufb02ex\u00f5es sobre educa\u00e7\u00e3o e o seu v\u00ednculo com a enigm\u00e1tica professora Belmira. Embaladas por ritmos paraenses, as mem\u00f3rias emergem da rela\u00e7\u00e3o entre as duas na tentativa de elabora\u00e7\u00e3o do trauma vivido.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Servi\u00e7o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Belmira, com atua\u00e7\u00e3o de Angela Ribeiro e texto e dire\u00e7\u00e3o de Carla Zanini<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Temporada:&nbsp;<\/strong>13 de mar\u00e7o a 06 de abril. Apresenta\u00e7\u00e3o na quinta somente dia 13, \u00e0s 21h30.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Temporada sexta, \u00e0s 21h30; e s\u00e1bados e domingos, \u00e0s 18h30.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sesc&nbsp;Ipiranga&nbsp;<\/strong>&#8211; Rua Bom Pastor, 822,&nbsp;Ipiranga<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ingressos:&nbsp;<\/strong>R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada) e R$15 (credencial plena)<\/p>\n\n\n\n<p>Ingressos dispon\u00edveis no aplicativo Credencial Sesc SP, site centralrelacionamento.sescsp.org.br e presencialmente nas bilheterias das unidades do Sesc SP.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>18 anos<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dura\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>80 minutos<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Acessibilidade:&nbsp;<\/strong>teatro acess\u00edvel a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida<\/p>\n\n<div style=\"font-size:0px;height:0px;line-height:0px;margin:0;padding:0;clear:both\"><\/div><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com texto e dire\u00e7\u00e3o de\u00a0Carla Zanini, espet\u00e1culo prop\u00f5e reflex\u00e3o sobre a inseguran\u00e7a e o medo enfrentados diariamente por uma professora sobrevivente de um atentado escolar A viol\u00eancia escolar tem amea\u00e7ado a educa\u00e7\u00e3o no Brasil e comprometido o aprendizado nos \u00faltimos anos, o que torna a presen\u00e7a em sala de aula um ato de resist\u00eancia dos educadores. \u00c9 justamente essa a reflex\u00e3o provocada pelo solo&nbsp;Belmira, estrelado por&nbsp;Angela Ribeiro&nbsp;e escrito e dirigido por&nbsp;Carla Zanini, que estreia no dia 13 de mar\u00e7o (quinta, 21h30), no projeto Teatro M\u00ednimo, do Sesc&nbsp;Ipiranga. 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