{"id":2576,"date":"2025-05-12T10:56:33","date_gmt":"2025-05-12T13:56:33","guid":{"rendered":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/?p=2576"},"modified":"2025-05-12T11:10:31","modified_gmt":"2025-05-12T14:10:31","slug":"museu-do-ipiranga-recebe-a-terceira-edicao-da-jornada-de-estudos-sao-paulo-colonial-em-perspectiva-em-junho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/2025\/05\/12\/museu-do-ipiranga-recebe-a-terceira-edicao-da-jornada-de-estudos-sao-paulo-colonial-em-perspectiva-em-junho\/","title":{"rendered":"Museu do Ipiranga recebe a terceira edi\u00e7\u00e3o da Jornada de Estudos: S\u00e3o Paulo colonial em perspectiva em junho\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"840\" height=\"289\" src=\"https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/unnamed-3-840x289.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2577\" srcset=\"https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/unnamed-3-840x289.png 840w, https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/unnamed-3-660x227.png 660w, https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/unnamed-3-768x264.png 768w, https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/unnamed-3.png 1278w\" sizes=\"auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Detalhe da vila de S\u00e3o Paulo de Piratininga em carta de Alexandre Massaii. Capitania de S. Visente, c. 1608-1616. Arquivo Real da Academia de Hist\u00f3ria, Madri, Espanha.<\/em>\u00a0<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>Museu do Ipiranga recebe a terceira edi\u00e7\u00e3o da Jornada de Estudos: S\u00e3o Paulo colonial em perspectiva em junho\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Museu do Ipiranga recebe a terceira edi\u00e7\u00e3o do evento&nbsp;<strong>Jornada de Estudos: S\u00e3o Paulo colonial em perspectiva<\/strong>, que ser\u00e1 realizado nos dias&nbsp;<strong>4, 5 e 6 de junho, no audit\u00f3rio do Museu do Ipiranga<\/strong>. O evento contar\u00e1 com a participa\u00e7\u00e3o de 27 convidados de diferentes institui\u00e7\u00f5es. A programa\u00e7\u00e3o se estende pelos per\u00edodos da manh\u00e3 e da tarde, com inscri\u00e7\u00f5es gratuitas pelo site do Museu.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Organizada pelos docentes&nbsp;<strong>Maria Aparecida de Menezes Borrego&nbsp;<\/strong>(USP), Jos\u00e9&nbsp;<strong>Carlos Vilardaga<\/strong>&nbsp;(Unifesp) e&nbsp;<strong>Alberto Luiz Schneider<\/strong>&nbsp;(PUC-SP), a jornada tem o objetivo de divulgar as investiga\u00e7\u00f5es recentes sobre as antigas capitanias de S\u00e3o Paulo e de S\u00e3o Vicente.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por meio de debates, o evento pretende superar heran\u00e7as nacionalistas, regionalistas e ufanistas da interpreta\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica de S\u00e3o Paulo colonial, e compreender esse espa\u00e7o no \u00e2mbito mais amplo dos Imp\u00e9rios portugu\u00eas e espanhol, em seus contatos com a \u00c1frica e Europa moderna, dentro (ou fora) das monarquias ib\u00e9ricas e cat\u00f3licas.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os participantes tamb\u00e9m ser\u00e3o convidados a visitar as exposi\u00e7\u00f5es&nbsp;<em>Uma hist\u00f3ria do Brasil, Passados Imaginados<\/em>,&nbsp;<em>Casas e Coisas<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Mundos do Trabalho<\/em>, al\u00e9m da exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria, que dialogam com as quest\u00f5es abordadas no evento. No primeiro dia, o p\u00fablico poder\u00e1 assistir a uma apresenta\u00e7\u00e3o conjunta da USP Filarm\u00f4nica e Coros Acad\u00eamico e Juvenil da OSESP com obras coloniais paulistas e de compositores e poetas dos BRICS..<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As mesas v\u00e3o abordar temas como protagonismos ind\u00edgenas e africanos; circula\u00e7\u00e3o de conhecimentos e artefatos; din\u00e2micas socioecon\u00f4micas e ambientais; fontes e arquivos; representa\u00e7\u00f5es e mem\u00f3rias e lan\u00e7amentos editoriais. O encerramento ser\u00e1 marcado pelo lan\u00e7amento de livros e momento de aut\u00f3grafos com autores.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Confira a programa\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;<br>&nbsp;<br><strong>ABERTURA| 4\/6, quarta-feira, \u00e0s 9h30<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>VISITA MEDIADA | 4\/6, quarta-feira, 10h \u00e0s 12h30<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Visita mediada \u00e0s exposi\u00e7\u00f5es do Museu do Ipiranga.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>APRESENTA\u00c7\u00d5ES MUSICAIS | 4\/6, quarta-feira, 14h \u00e0s 15h<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>USP Filarm\u00f4nica<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fundada em 2011, a USP Filarm\u00f4nica \u00e9 integrada por estudantes de gradua\u00e7\u00e3o da USP nos seus quadros de bolsistas, cumprindo as atividades fim de ensino, pesquisa e extens\u00e3o da universidade p\u00fablica, atuando ainda com professores, funcion\u00e1rios, ex-estudantes egressos do Curso de M\u00fasica da USP em Ribeir\u00e3o Preto e artistas convidados. Rubens Russomanno Ricciardi (maestro principal) e Jos\u00e9 Gustavo Juli\u00e3o Camargo (maestro assistente) atuam na dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica, buscando a inova\u00e7\u00e3o dos repert\u00f3rios com a reconstru\u00e7\u00e3o de mem\u00f3ria e os exerc\u00edcios de contemporaneidade, num contraponto entre o antigo e o novo, o cl\u00e1ssico e o experimental, o regional e o cosmopolita. A USP Filarm\u00f4nica se dedica, em especial, \u00e0 m\u00fasica brasileira de todos os tempos \u2013 quase sempre fruto das pesquisas do NAP-CIPEM do Departamento de M\u00fasica da FFCLRP-USP. Apresentando-se regularmente nas suas sedes em Ribeir\u00e3o Preto e S\u00e3o Carlos, todos os concertos e r\u00e9citas de \u00f3peras e bal\u00e9s sinf\u00f4nicos da USP Filarm\u00f4nica s\u00e3o gratuitos e abertos ao p\u00fablico em geral.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coro Acad\u00eamico da OSESP<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fundado em 2013, com o objetivo de formar profissionalmente jovens cantores, a Classe de Canto oferece experi\u00eancia de pr\u00e1tica coral, conhecimento de repert\u00f3rio sinf\u00f4nico e orienta\u00e7\u00e3o em t\u00e9cnica vocal. Numa conviv\u00eancia cotidiana, o Coro Acad\u00eamico se apresenta tamb\u00e9m em conjunto com os profissionais do Coro da OSESP e da OSESP no palco da Sala S\u00e3o Paulo. Desde 2021, o curso oferece o certificado v\u00e1lido em territ\u00f3rio nacional de Curso T\u00e9cnico Profissionalizante em Canto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PALESTRA | 4\/6, quarta-feira, 15h30 \u00e0s 16h30<\/strong>&nbsp;<br><strong>Intermedi\u00e1rios em S\u00e3o Paulo colonial<\/strong><br><em>com Alida Metcalf (Rice University)&nbsp;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma maneira proveitosa e instrutiva de se engajar com a hist\u00f3ria da S\u00e3o Paulo colonial \u00e9 de pensar no movimento de indiv\u00edduos entre os diferentes espa\u00e7os que foram fundamentais para a cria\u00e7\u00e3o de uma col\u00f4nia: os espa\u00e7os da vila, do reino, e do sert\u00e3o. Esses espa\u00e7os, que demostro em meu livro Fam\u00edlia e fronteira, foram essenciais para as estrat\u00e9gias das fam\u00edlias na vila colonial de S\u00e3o Paulo, Santana de Parna\u00edba. Conforme descrito em meu livro Intermedi\u00e1rios na coloniza\u00e7\u00e3o do Brasil, os intermedi\u00e1rios podem ser f\u00edsicos, transacionais e de representacionais. Os intermedi\u00e1rios f\u00edsicos passavam entre esses espa\u00e7os geogr\u00e1ficos\u2014do reino de Portugal, \u00e0s vilas na col\u00f3nia, e aos sert\u00f5es. Os intermedi\u00e1rios transacionais, por outro lado, ocupavam um espa\u00e7o cultural; pois eram as l\u00ednguas\u2014pessoas culturalmente h\u00edbridas\u2014que facilitavam a coloniza\u00e7\u00e3o, especialmente no contato com grupos ind\u00edgenas nos sert\u00f5es. Os intermedi\u00e1rios representacionais, por seu lado, eram aqueles que descreviam a coloniza\u00e7\u00e3o por meio de escritos, mapas e interpreta\u00e7\u00f5es de eventos. Talvez o mais famoso intermedi\u00e1rio de S\u00e3o Paulo colonial tenha sido Hans Staden. Um intermedi\u00e1rio f\u00edsico e transacional, ele tamb\u00e9m foi um poderoso intermedi\u00e1rio representacional quando escreveu seu livro Hist\u00f3ria Verdadeira em 1557. Mais do que qualquer outra publica\u00e7\u00e3o, o livro de Staden influenciou as perspectivas do Brasil na Europa, e criou tropos que perduram at\u00e9 hoje. Ao enfocar os intermedi\u00e1rios e os espa\u00e7os da vila, do reino e do sert\u00e3o, esta palestra prop\u00f5e novas formas de conceituar S\u00e3o Paulo colonial.<\/p>\n\n\n\n<p>Alida C. Metcalf \u00e9 professora titular de Hist\u00f3ria na Universidade Rice. Ela \u00e9 autora de Mapping an Atlantic World, circa 1500 (Johns Hopkins, 2020), Os pap\u00e9is dos intermedi\u00e1rios na coloniza\u00e7\u00e3o do Brasil (Editora da Unicamp (2019), The Return of Hans Staden: A Go-between in the Atlantic World, em coautoria com Eve M. Duffy (Johns Hopkins 2012), e Fam\u00edlia e fronteira no Brasil colonial: Santana de Parna\u00edba, 1580-1822 (Editora da Unesp, 2024). Com Far\u00e8s el-Dahdah, desenvolveu o projeto digital imagineRio, que mapeia e ilustra a evolu\u00e7\u00e3o social e urbana do Rio de Janeiro de 1500 at\u00e9 os dias atuais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>MESA 1 | 5\/6, quinta-feira, 9h \u00e0s 11h30<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Protagonismos ind\u00edgenas e africanos<\/strong>&nbsp;<br><em>Com Cas\u00e9 Angatu, Marianne Sallum, Gustavo Velloso e Ricardo Alexandre Ferreira&nbsp;<\/em>&nbsp;<br><em>Media\u00e7\u00e3o de David Ribeiro (USP)<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cas\u00e9 Angatu (UESC) apresenta \u201cPresen\u00e7as ind\u00edgenas na forma\u00e7\u00e3o de Piratininga e em alguns de seus arredores: \u2018vest\u00edgios\u2019 de protagonismos invisibilizados\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ind\u00edgena morador no Territ\u00f3rio Tupinamb\u00e1 em Oliven\u00e7a (Ilh\u00e9us\/BA). Docente na Universidade Estadual de Santa Cruz \u2013 (UESC\/Ilh\u00e9us\/BA) e no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ensino e Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais da Universidade Federal do Sul Bahia (PPGER\/UFSB).<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Marianne Sallum (Unifesp) apresenta \u201cGuardi\u00e3s de saberes Tupiniquim: um estudo interdisciplinar sobre a ag\u00eancia das mulheres e a materialidade de S\u00e3o Paulo\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o mostrar\u00e1 duas linhas de pesquisa interligadas sobre as trajet\u00f3rias de mulheres e suas vasilhas cer\u00e2micas na regi\u00e3o Sudeste do Brasil, no litoral central de S\u00e3o Paulo e no Vale do Ribeira. S\u00e3o comunidades de mulheres ceramistas que persistem hoje com sociabilidades e est\u00e9ticas dedicadas a fazer circular mem\u00f3rias e saberes entre gera\u00e7\u00f5es. A pesquisa interdisciplinar fez emergir mem\u00f3rias comunit\u00e1rias e diversos tipos de documentos que dialogam com saberes que remetem ao s\u00e9culo 16 e ao processo de apropria\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o da cer\u00e2mica comum portuguesa pelas mulheres Tupiniquim. Essa pr\u00e1tica foi transmitida entre as gera\u00e7\u00f5es de mulheres, incluindo mulheres Ind\u00edgenas n\u00e3o-Tupiniquim, Afroind\u00edgenas, Afrobrasileiras e Europeias vindas de outros lugares.<\/p>\n\n\n\n<p>Marianne Sallum \u00e9 Professora credenciada no Departamento de Hist\u00f3ria da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (UNIFESP), campus Guarulhos e membro do Laborat\u00f3rio de Estudos Arqueol\u00f3gicos (LEA) da mesma institui\u00e7\u00e3o. Integra o Centro de Arqueologia (UNIARQ) da Universidade de Lisboa (Portugal) e o Laboratory of Historical Archaeology of Latin America da Universidade de Massachusetts Boston (Estados Unidos). Atualmente, coordena o projeto FAPESP \u201cG\u00eanero, Mem\u00f3rias e Materialidades da Intera\u00e7\u00e3o\/Conflu\u00eancia: Mulheres Ind\u00edgenas e Afrodescendentes na Arqueologia Hist\u00f3rica de S\u00e3o Paulo\u201d e \u00e9 respons\u00e1vel pelo Grupo de Pesquisa CNPq \u201cArqueologia do G\u00eanero, da Persist\u00eancia e da Liberta\u00e7\u00e3o\u201d (ARGPEL). Tem pesquisado arqueologia, hist\u00f3ria Tupiniquim e a produ\u00e7\u00e3o de materialidade na longa dura\u00e7\u00e3o e, mais recentemente, colaborado com comunidades de mulheres descendentes em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gustavo Velloso (USP) apresenta \u201cRevoltas amer\u00edndias multi\u00e9tnicas no planalto de S\u00e3o Paulo (d\u00e9cada de 1650)\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<br>Na d\u00e9cada de 1650, uma onda de pequenos levantes de ind\u00edgenas escravizados tomou conta do planalto de S\u00e3o Paulo. A exposi\u00e7\u00e3o prop\u00f5e uma reflex\u00e3o sobre as din\u00e2micas e caracter\u00edsticas desse movimento, debatendo quem foram seus agentes, as l\u00f3gicas de suas a\u00e7\u00f5es, suas articula\u00e7\u00f5es com processos de mudan\u00e7a estruturais da sociedade paulista e seu enquadramento numa geografia de rebeli\u00f5es amer\u00edndias de escala continental no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>Gustavo Velloso \u00e9 professor do Departamento de Hist\u00f3ria da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), onde atua na \u00e1rea de Hist\u00f3ria Ind\u00edgena. Autor do livro &#8220;Ociosos e Sedicion\u00e1rios: popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas e os tempos do trabalho nos Campos de Piratininga, s\u00e9culo XVII&#8221; (S\u00e3o Paulo: Intermeios, 2018) e da tese &#8220;Os n\u00f3s da flecha: crise e subleva\u00e7\u00e3o na fronteira meridional do Imp\u00e9rio espanhol (Chile, 1655-1662)&#8221; (USP\/US, 2022).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ricardo Alexandre Ferreira (Unesp) apresenta \u201cConsultas e respostas: escravos nas comunica\u00e7\u00f5es de governo da Capitania de S\u00e3o Paulo no s\u00e9culo XVIII\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O estudo interroga como as a\u00e7\u00f5es de indiv\u00edduos inseridos em distintas condi\u00e7\u00f5es sociojur\u00eddicas afetaram a maneira como as autoridades luso-brasileiras lidaram com quest\u00f5es relativas \u00e0 escravid\u00e3o na Capitania de S\u00e3o Paulo, no s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n\n\n\n<p>Ricardo Ferreira \u00e9 Livre-Docente e professor da disciplina de Hist\u00f3ria Moderna na Universidade Estadual Paulista (UNESP), l\u00edder do grupo de pesquisa Leviat\u00e3 e o cativeiro: a escravid\u00e3o em terras luso-brasileiras entre os s\u00e9culos XVII e XIX e autor, entre outros, de Crimes em Comum &#8230; (2011), e coautor de Tr\u00eas vezes Zumbi &#8230; (2012 e 2020). \u00c9 s\u00f3cio da AHILA &#8211; Asociaci\u00f3n de Historiadores Latinoamericanistas Europeos e pesquisador convidado do Centro de Hist\u00f3ria da Universidade de Lisboa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mesa 2 | 5\/6, quinta-feira, \u00e0s 13h&nbsp;<\/strong>&nbsp;<br><strong>Circula\u00e7\u00e3o de conhecimentos e artefatos&nbsp;<\/strong>&nbsp;<br><em>Com Amilcar Torr\u00e3o, Gisele Cristina Concei\u00e7\u00e3o, Jean Gomes de Souza e Breno Leal Ferreira<\/em>&nbsp;<br><em>Media\u00e7\u00e3o Jos\u00e9 Rog\u00e9rio Beier (USP)<\/em>&nbsp;<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Amilcar Torr\u00e3o (PUC-SP) apresenta \u201cM\u00edstica e Ilustra\u00e7\u00e3o nos Campos de Piratininga: o morgado de Mateus e a funda\u00e7\u00e3o do Mosteiro da Luz\u201d<\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1774, uma mulher m\u00edstica, um frei arquiteto e futuro santo, e um governador ilustrado formaram um cons\u00f3rcio impens\u00e1vel para construir um convento feminino em S\u00e3o Paulo. Esta hist\u00f3ria revela um pouco sobre as estrat\u00e9gias de sobreviv\u00eancia das mulheres pobres no Brasil colonial, bem como as mudan\u00e7as pelas quais a Am\u00e9rica portuguesa passou durante o per\u00edodo da Ilustra\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica pombalina.<\/p>\n\n\n\n<p>Amilcar Torr\u00e3o \u00e9 Doutor em Hist\u00f3ria pela Unicamp, com est\u00e1gio sandu\u00edche na Ehess, Paris. Professor do PEPG em Hist\u00f3ria da PUC-SP e coordenador da Assessoria de Pesquisa da mesma universidade. L\u00edder do grupo de pesquisa CNPq N\u00facleo de Estudos da Alteridade (NEA).<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gisele Cristina Concei\u00e7\u00e3o (USP) apresenta \u201cProdu\u00e7\u00e3o partilhada de conhecimentos: assimetrias, rela\u00e7\u00f5es de poder e os saberes das popula\u00e7\u00f5es locais (s\u00e9culo XVIII)\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Qual teria sido o papel das popula\u00e7\u00f5es locais (especialmente as popula\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias) na produ\u00e7\u00e3o de conhecimentos sobre a natureza, empreendida pelos europeus em territ\u00f3rio colonial brasileiro? Esta apresenta\u00e7\u00e3o pretende elaborar algumas respostas para essa pergunta.<\/p>\n\n\n\n<p>Gisele Concei\u00e7\u00e3o \u00e9 professora de Hist\u00f3ria das Ci\u00eancias do Departamento de Hist\u00f3ria da Universidade de S\u00e3o Paulo &#8211; FFLCH\/USP. Doutora em Hist\u00f3ria pela Universidade do Porto, Portugal. Seus trabalhos est\u00e3o direcionados a Hist\u00f3ria das Ci\u00eancias e do Conhecimento, com foco nos processos de constru\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o de saberes nos espa\u00e7os coloniais do Imp\u00e9rio Atl\u00e2ntico portugu\u00eas, enfatizando as din\u00e2micas das redes informais atrav\u00e9s da import\u00e2ncia dos agentes locais, especialmente popula\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Jean Gomes de Souza (USP) apresenta \u201cO com\u00e9rcio de artefatos da cultura escrita em S\u00e3o Paulo colonial\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esta comunica\u00e7\u00e3o tem como objetivo analisar o com\u00e9rcio de artefatos da cultura escrita na cidade de S\u00e3o Paulo colonial entre os s\u00e9culos XVIII e XIX. Para tanto, analisar\u00e1 os objetos vendidos, como eles eram comercializados e os agentes mercantis que o realizavam.<\/p>\n\n\n\n<p>Jean Souza \u00e9 historiador, doutorando em hist\u00f3ria no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria Social da FFLCH-USP e bolsista FAPESP. Mestre, bacharel e licenciado em hist\u00f3ria pela mesma universidade. \u00c9 membro dos grupos de pesquisa Deslocamentos, Mares e Rios (CNPq-Unifesp), Metamorphose | Materialidade e Interpreta\u00e7\u00e3o de Manuscritos e Impressos da \u00c9poca Moderna (CNPq-UnB), Estudo e Caracteriza\u00e7\u00e3o de Documentos em Suporte de Papel (CNPq-USP) e do Embira &#8211; Laborat\u00f3rio do Papel (USP). Foi curador de exposi\u00e7\u00f5es realizadas na SP-Arte Rotas Brasileiras e no Museu Republicano Conven\u00e7\u00e3o de Itu. Durante a gradua\u00e7\u00e3o, integrou diferentes projetos de pesquisa na Divis\u00e3o de Acervo e Curadoria do Museu Paulista-USP, sendo financiado pelo PUB-USP e pelo PIBIC-CNPq.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Breno Leal Ferreira (ETEC-SP) apresenta \u201cA Viagem Mineral\u00f3gica na Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo: edi\u00e7\u00e3o e projeto de na\u00e7\u00e3o (Fran\u00e7a, anos 1820)\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o ir\u00e1 analisar o processo de edi\u00e7\u00e3o e as raz\u00f5es da publica\u00e7\u00e3o dos di\u00e1rios da Viagem Mineral\u00f3gica na Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo, realizada por Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio e Martim Francisco em 1820, em n\u00fameros do Journal des Voyages de 1827 e 1828. O respons\u00e1vel pelas publica\u00e7\u00f5es, Ant\u00f3nio Meneses Vasconcelos de Drummond, assinou tamb\u00e9m outros dois artigos publicados no peri\u00f3dico em 1827, intitulados Notice sur les mines du Br\u00e9sil. Argumentamos que estes textos revelam a exist\u00eancia de um projeto nacional que compreendia o estabelecimento de empresas de minera\u00e7\u00e3o estrangeiras no Brasil para a explora\u00e7\u00e3o de seus recursos mineral\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Breno Ferreira \u00e9 graduado, mestre e doutor em Hist\u00f3ria Social pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Realizou est\u00e1gio p\u00f3s-doutoral (bolsa FAPESP) em Hist\u00f3ria na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com passagem pela \u00c9cole des Hautes \u00c9tudes en Sciences Sociales (EHESS). Foi bolsista do Programa Nacional de Apoio \u00e0 Pesquisa da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional (PNAP-FBN) ao longo de 2022. Trabalhou no Departamento de Hist\u00f3ria da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) como professor contratado da \u00e1rea de Hist\u00f3ria Moderna entre 2022 e 2023 e no N\u00facleo de Educa\u00e7\u00e3o para as Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais da Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo (NEER-SME) como formador em 2024. Atualmente atua como professor na rede p\u00fablica de ensino (ETEC).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<br><strong>Mesa 3 | 5\/6, quinta-feira, \u00e0s 15h30<\/strong>&nbsp;<br><strong>Din\u00e2micas socioecon\u00f4micas e ambientais&nbsp;<\/strong>&nbsp;<br><em>Com Phablo Fachin, Anicleide Zequini, Francisco de Carvalho Dias de Andrade, Denise Moura e Nelson Aprobato Filho<\/em>&nbsp;<br><em>Media\u00e7\u00e3o Jos\u00e9 Carlos Vilardaga (Unifesp)<\/em>&nbsp;<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Phablo Fachin (USP) apresenta \u201cO secretariado da Ordem Terceira de S\u00e3o Francisco de S\u00e3o Paulo: escrita, burocracia e din\u00e2micas socioecon\u00f4micas no s\u00e9culo XVIII\u201d\u00a0<\/strong><br>A apresenta\u00e7\u00e3o investiga o papel dos secret\u00e1rios da Vener\u00e1vel Ordem Terceira de S\u00e3o Francisco da Penit\u00eancia da Cidade de S\u00e3o Paulo no s\u00e9culo XVIII, destacando sua atua\u00e7\u00e3o como agentes fundamentais na produ\u00e7\u00e3o escrita e na gest\u00e3o burocr\u00e1tica da institui\u00e7\u00e3o. Amparado nos livros de atas e termos do acervo documental da Ordem, o estudo analisa como a escrita dos secret\u00e1rios refletia pr\u00e1ticas administrativas espec\u00edficas e din\u00e2micas socioecon\u00f4micas locais.<\/p>\n\n\n\n<p>Phablo Fachin \u00e9 professor associado do Departamento de Letras Cl\u00e1ssicas e Vern\u00e1culas &#8211; FFLCH &#8211; USP. Pesquisador nas \u00e1reas de Filologia, Paleografia, Cultura Material e Hist\u00f3ria da L\u00edngua Portuguesa. Ao longo dos anos tem se aventurado por trilhas filol\u00f3gicas, sempre em busca de conhecer a hist\u00f3ria dos textos, dos seus autores, editores e dos sentidos escondidos em suas entrelinhas, materialidades e formas de transmiss\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Anicleide Zequini (USP) apresenta \u201cLivres, forros e escravizados: a din\u00e2mica da constru\u00e7\u00e3o de uma vila artesanal &#8211; Itu colonial\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Vila de Itu, como outras do per\u00edodo colonial, teve suas edifica\u00e7\u00f5es constru\u00eddas a partir de conhecimentos do saber fazer que inclu\u00edam ferramentas manuais, elementos locais e regionais como o barro e a madeira, enfim localidades que foram constru\u00eddas artesanalmente por escravizados, forros e livres. Tendo esta dimens\u00e3o de sua especificidade fez necess\u00e1rio realizar um levantamento documental tendo como finalidade identificar os diversificados trabalhos t\u00e9cnicos, compreender como se dava a din\u00e2mica destas constru\u00e7\u00f5es, bem como levantar, na medida do poss\u00edvel, um dicion\u00e1rio biogr\u00e1fico indicando as profiss\u00f5es desenvolvidas, as obras realizadas e a sua condi\u00e7\u00e3o como livres, forros ou escravizados.<\/p>\n\n\n\n<p>Anicleide possui gradua\u00e7\u00e3o em Sociologia e mestrado em Hist\u00f3ria (Unicamp), doutorado em Arqueologia (MAE-USP) e p\u00f3s-doutorado em hist\u00f3ria (IFCH-Unicamp). Especialista em Pesquisa do MRCI\/MP\/USP onde desenvolve trabalhos em apoio \u00e0s exposi\u00e7\u00f5es permanentes e tempor\u00e1rias, organiza\u00e7\u00e3o de acervos textuais e participa\u00e7\u00e3o em cursos de extens\u00e3o da Universidade de S\u00e3o Paulo.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Francisco de Carvalho Dias de Andrade (USP) apresenta \u201cCruzes, cruzeiros e capelas de Santa Cruz nos espa\u00e7os rural e urbano (1750-1850)\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o prop\u00f5e uma an\u00e1lise territorializada da devo\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica \u00e0 Santa Cruz, recuperando o papel de marco liminar e orientador de cruzes e cruzeiros, os quais, muitas vezes, se perpetuaram em forma de capelas e igrejas ainda hoje existentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Francisco Andrade \u00e9 docente do Museu Paulista da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Tem se dedicado a pesquisas sobre cultura material e patrim\u00f4nio cultural, hist\u00f3ria das t\u00e9cnicas e hist\u00f3ria da arquitetura e do urbanismo no Brasil.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Denise Moura (Unesp) apresenta \u201cMapas hist\u00f3ricos: fontes para a hist\u00f3ria econ\u00f4mica e ecol\u00f3gica\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A versatilidade disciplinar dos mapas hist\u00f3ricos \u00e9 demonstrada quando estes s\u00e3o manuseados criticamente em contexto e com textos. Nesta comunica\u00e7\u00e3o ser\u00e3o apresentados e discutidos dados da hist\u00f3ria econ\u00f4mica e ecol\u00f3gica do Brasil meridional no s\u00e9culo XVIII atrav\u00e9s de um mapa de dupla autoria, feito em 1748, pelo sertanista de S\u00e3o Paulo Sim\u00e3o Bueno da Silva, juntamente com um jesu\u00edta rec\u00e9m-chegado \u00e0s miss\u00f5es do Uruguai.<\/p>\n\n\n\n<p>Denise \u00e9 professora Livre Docente da Universidade Estadual Paulista, criadora do Ateli\u00ea de Projetos em Hist\u00f3ria Visual (APROHVisual &#8211; instagram: @atelieprovisual), especialista em Hist\u00f3ria da Cartografia e autora de Simulacros de Imp\u00e9rio: territ\u00f3rio, mapeamento e inven\u00e7\u00e3o das fronteiras ibero-americanas (s\u00e9culo XVIII).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nelson Aprobato Filho (USP) apresenta \u201cAnimais e meio ambiente como agentes cotidianos nas viagens coloniais paulistas\u201d<\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o pretende discutir a presen\u00e7a e a ag\u00eancia dos animais (silvestres ou n\u00e3o) e do meio ambiente nas rotinas di\u00e1rias e noturnas de viajantes, principalmente naturalistas, que percorreram S\u00e3o Paulo no per\u00edodo colonial e primeiras d\u00e9cadas do XIX \u00e9 o objetivo principal desta comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Nelson Aprobato Filho \u00e9 Pesquisador Residente na Biblioteca Brasiliana Guita e Jos\u00e9 Mindlin da USP trabalhando no levantamento, sele\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise e difus\u00e3o de representa\u00e7\u00f5es iconogr\u00e1ficas da fauna silvestre brasileira em relatos de viagem. Doutor, mestre e graduado em Hist\u00f3ria pela USP com p\u00f3s-doutorado pela mesma institui\u00e7\u00e3o. Foi pesquisador visitante no Departamento de Hist\u00f3ria do MIT e \u00e9 autor, entre outras publica\u00e7\u00f5es, do trabalho \u201cSingularidades da \u2018Fauna Brasiliana\u2019 \u2013 ideias e percep\u00e7\u00f5es de viajantes do s\u00e9culo XIX e primeiras d\u00e9cadas do XX. (Anais do 6\u00ba Simp\u00f3sio Internacional de Hist\u00f3ria Ambiental e Migra\u00e7\u00f5es, 2024, Florian\u00f3polis, p. 288-307).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mesa 4 | 6\/6, sexta-feira, \u00e0s 9h30<\/strong>&nbsp;<br><strong>Fontes e arquivos<\/strong>&nbsp;<br><em>Com Andr\u00e9a Slemian, Aldair Rodrigues, Rafaela Basso, Juliana Gesuelli Meirelles<\/em>&nbsp;<br><em>Media\u00e7\u00e3o Francisco de Carvalho Dias de Andrade (USP)<\/em>&nbsp;<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Andr\u00e9a Slemian (Unifesp) apresenta \u201cSaberes para governar, estrat\u00e9gias para demandar: os caminhos da informa\u00e7\u00e3o nas fontes do Conselho Ultramarino (S\u00e3o Paulo, 2a. metade s\u00e9culo XVIII)\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tomando a comunica\u00e7\u00e3o imperial como ponto de problematiza\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o colonial, a exposi\u00e7\u00e3o pretende fazer um diagn\u00f3stico cruzado do que os s\u00faditos solicitavam ao Conselho Ultramarino, em Lisboa, a partir da capitania de S\u00e3o Paulo, ao mesmo tempo que desvendar quais as principais quest\u00f5es discutidas no \u00f3rg\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao seu territ\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Andr\u00e9a Slemian \u00e9 graduada em Hist\u00f3ria pela Universidade de S\u00e3o Paulo, possui Mestrado (2000) e Doutorado (2006) na mesma institui\u00e7\u00e3o. Desde 2011, \u00e9 professora da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (UNIFESP), onde leciona na gradua\u00e7\u00e3o e na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Desenvolveu est\u00e1gios de pesquisa na Universidade Nova de Lisboa (Portugal) e na Universit\u00e0 di Roma &#8220;La Sapienza&#8221;. Foi professora visitante da Universitat Jaume I (Espanha), no Instituto Tecnol\u00f3gico Aut\u00f3nomo do M\u00e9xico (ITAM), na Universidade Jean Jaur\u00e9s (Toulouse), na University of Texas (Austin, EUA), na Universidad del Pais Vasco (UPV, Bilbao) e na Universidade do Esp\u00edrito Santo (UFES). \u00c9 especialista em Hist\u00f3ria do Brasil, entre os s\u00e9culos XVIII e XIX, com \u00eanfase no processo das reformas ilustradas, da Independ\u00eancia e da forma\u00e7\u00e3o do Estado nacional. Atualmente suas principais tem\u00e1ticas s\u00e3o an\u00e1lises das institui\u00e7\u00f5es e da justi\u00e7a &#8211; especialmente as formas processuais, inclusive dos tribunais mercantis -, numa interface entre hist\u00f3ria e direito, com interesse cada vez maior em uma hist\u00f3ria integrada com a Am\u00e9rica ib\u00e9rica. Foi editora chefe da Revista Almanack (<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/alm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.scielo.br\/alm<\/a>) de 2019 a 2021, e da Revista Brasileira de Hist\u00f3ria (RBH), entre 2021 a 2023. \u00c9 Bolsista Produtividade em Pesquisa CNPq (n\u00edvel 2), e representante dos peri\u00f3dicos da \u00e1rea de Ci\u00eancias Humanas na SciELO (mandado 2024 a 2026).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aldair Rodrigues (Unicamp) apresenta \u201cAs visitas pastorais em S\u00e3o Paulo colonial: possibilidades de an\u00e1lise a partir do Arquivo da C\u00faria\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o prop\u00f5e reconstituir as visitas pastorais em S\u00e3o Paulo colonial, abrangendo tanto o per\u00edodo em que a regi\u00e3o esteve subordinada \u00e0 jurisdi\u00e7\u00e3o do bispado do Rio de Janeiro quanto a fase posterior ao ano de 1745. O enfoque recai sobre os agentes respons\u00e1veis pelas visitas, seus itiner\u00e1rios e os principais delitos perseguidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Aldair Rodrigues \u00e9 professor de Hist\u00f3ria do Brasil Col\u00f4nia na UNICAMP. Graduou-se em Hist\u00f3ria pela UFOP e tornou-se mestre e doutor em Hist\u00f3ria Social pela USP. \u00c9 autor de Igreja e Inquisi\u00e7\u00e3o no Brasil (2014) e Limpos de Sangue (2011).<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rafaela Basso (Unicamp) apresenta \u201cAlimenta\u00e7\u00e3o sob a fiscaliza\u00e7\u00e3o p\u00fablica: a documenta\u00e7\u00e3o da c\u00e2mara municipal de S\u00e3o Paulo e o estudo das pr\u00e1ticas ligadas \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u202fA proposta desta apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 analisar a atua\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara Municipal da cidade de S\u00e3o Paulo no \u00e2mbito das pr\u00e1ticas ligadas \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o. Centraremos nossa an\u00e1lise nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XIX, momento de transi\u00e7\u00e3o para as quest\u00f5es sanit\u00e1rias no territ\u00f3rio luso-americano, em que notamos a emerg\u00eancia de uma maior interven\u00e7\u00e3o do poder p\u00fablico no espa\u00e7o urbano.<\/p>\n\n\n\n<p>Rafaela Basso \u00e9 historiadora da Universidade Estadual de Campinas. \u00c9 graduada em Hist\u00f3ria pela Unicamp, com mestrado e doutorado em Hist\u00f3ria pela mesma institui\u00e7\u00e3o. \u00c9 autora dos livros\u202f<em>A cultura alimentar paulista: uma civiliza\u00e7\u00e3o do milho?\u202f1650-1750<\/em>\u202f(Alameda, 2015) e\u202f<em>Entre tabuleiros, balc\u00f5es e fog\u00f5es: um estudo sobre a alimenta\u00e7\u00e3o de rua na cidade de S\u00e3o Paulo. (1765-1834).&nbsp;<\/em>(Alameda, 2022). Tem v\u00e1rios artigos e cap\u00edtulos de livros publicados na \u00e1rea de hist\u00f3ria da alimenta\u00e7\u00e3o. Foi professora no curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o \u201cGastronomia: Hist\u00f3ria e Cultura\u201d no Centro Universit\u00e1rio Senac-SP. Atualmente desenvolve pesquisa de p\u00f3s-doutorado intitulada &#8220;Alimenta\u00e7\u00e3o paulistana portas adentro: Novas pr\u00e1ticas alimentares e espa\u00e7o dom\u00e9stico na cidade de S\u00e3o Paulo (1810-1870) no Museu Paulista\/ USP.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Juliana Gesuelli Meirelles (PUC-Campinas) apresenta \u201cDa hist\u00f3ria colonial \u00e0 forma\u00e7\u00e3o dos arquivos no Centro de Mem\u00f3ria &#8211; Unicamp: a contribui\u00e7\u00e3o do historiador Jos\u00e9 Roberto do Amaral Lapa\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Docente da Faculdade de Ci\u00eancias Sociais da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas (PUC-CAMPINAS) desde 2014. \u00c9 doutora em Hist\u00f3ria Pol\u00edtica pela Universidade de Campinas (UNICAMP). Participa dos seguintes grupos de pesquisa do CNPQ: Intelectuais e Poder no Mundo Ibero-Americano. Atuou como pesquisadora colaboradora do Centro de Mem\u00f3ria Unicamp (CMU\/Unicamp) com o projeto: O nascimento da Vila de S\u00e3o Carlos: mem\u00f3ria, pol\u00edtica e forma\u00e7\u00e3o das sensibilidades na sociedade colonial (1774-1822) entre os anos de 2019 e 2023. Entre os anos de 2019 e 2021, realizou est\u00e1gio p\u00f3s-doutoral na FFLCH\/USP, departamento de hist\u00f3ria, com o projeto de pesquisa intitulado: Horizontes intelectuais da cultura joanina: o acervo real revisitado pela atua\u00e7\u00e3o do bibliotec\u00e1rio Lu\u00eds Joaquim dos Santos Marrocos (2811-1821). Possui bacharelado em Comunica\u00e7\u00e3o Social &#8211; jornalismo pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mesa 5 | 6\/6, sexta-feira, \u00e0s 13h<\/strong>&nbsp;<br><strong>Representa\u00e7\u00f5es e mem\u00f3rias&nbsp;<\/strong>&nbsp;<br><em>Com Jos\u00e9 Rog\u00e9rio Beier, Ana Paula Nascimento, Fabr\u00edzio Franco, Raphael Fernando Amaral<\/em>&nbsp;<br><em>Media\u00e7\u00e3o Alberto Schneider (PUC-SP)<\/em>&nbsp;<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Jos\u00e9 Rog\u00e9rio Beier (USP) apresenta \u201cQuatro mapas para escrever a hist\u00f3ria da capitania de S\u00e3o Paulo no s\u00e9culo XVIII\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esta comunica\u00e7\u00e3o prop\u00f5e refletir acerca do uso de mapas antigos para a compreens\u00e3o de din\u00e2micas territoriais, sociais, pol\u00edticas e econ\u00f4micas na capitania de S\u00e3o Paulo no Setecentos. Para tanto, apresentaremos an\u00e1lises feitas a partir de quatro mapas produzidos por distintos autores em contextos hist\u00f3ricos muito diversos da capitania durante o s\u00e9culo XVIII, apontando o que uma an\u00e1lise focada no processo de produ\u00e7\u00e3o, circula\u00e7\u00e3o e apropria\u00e7\u00e3o das imagens representadas nestes mapas pode nos revelar acerca da hist\u00f3ria social e econ\u00f4mica da capitania de S\u00e3o Paulo setecentista.<\/p>\n\n\n\n<p>Jos\u00e9 Rog\u00e9rio Beier \u00e9 doutor em Hist\u00f3ria Econ\u00f4mica e mestre em Hist\u00f3ria Social (FFLCH-USP). Atualmente desenvolve pesquisa de p\u00f3s-doutorado em Hist\u00f3ria da Cartografia no Museu Paulista-USP, tendo realizado est\u00e1gio de pesquisa de um ano na Osher Map Library, localizada na University of Southern Maine (EUA). Atua principalmente nas \u00e1reas de Hist\u00f3ria do Brasil; Hist\u00f3ria de S\u00e3o Paulo; Hist\u00f3ria da Cartografia; Hist\u00f3ria da Ci\u00eancia.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ana Paula Nascimento (USP) apresenta \u201cRepresenta\u00e7\u00f5es de viajantes nas pinturas do Museu Paulista: d\u00e9cada de 1940\u201d<\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Relatos e imagens de viajantes estiveram presentes nas dissemina\u00e7\u00f5es hist\u00f3rica e imag\u00e9tica propagadas pelo Museu Paulista ao menos desde os anos 1910. Com a amplia\u00e7\u00e3o das fontes dispon\u00edveis, tal uso se avoluma nas paredes do museu na d\u00e9cada de 1940, por meio da encomenda de diversas pinturas, n\u00e3o sem rela\u00e7\u00e3o direta com as produ\u00e7\u00f5es textuais disponibilizadas no per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ana Paula Nascimento &#8211; docente do Museu Paulista-USP. Possui gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da USP (FAUUSP); mestrado, doutorado e p\u00f3s-doutorado pela mesma institui\u00e7\u00e3o. Entre outras atividades, coordenou o Setor de Documenta\u00e7\u00e3o e Conserva\u00e7\u00e3o do Acervo do Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo e foi curadora da Pinacoteca de S\u00e3o Paulo. Membro do Comit\u00ea Brasileiro de Hist\u00f3ria da Arte.<\/p>\n\n\n\n<p>F<strong>abr\u00edzio Franco (Unifesp) apresenta \u201cMem\u00f3rias de uma Verona Paulistana: a representa\u00e7\u00e3o na contemporaneidade do conflito das fam\u00edlias Pires e Camargo\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Entre bandeiras e entradas, o conflito entre duas das mais influentes fam\u00edlias na disputa pelo controle pol\u00edtico da vila de S\u00e3o Paulo do s\u00e9culo XVII foi, em grande medida, relegado ao esquecimento no imagin\u00e1rio coletivo sobre a forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da cidade. Ainda assim, algumas obras buscaram resgatar essa contenda, seja por meio de artigos jornal\u00edsticos, seja em romances ou em produ\u00e7\u00f5es teatrais.<\/p>\n\n\n\n<p>Fabr\u00edzio Franco \u00e9 bacharel em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela UNIPINHAL e em Hist\u00f3ria pela Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL), com mestrado em Hist\u00f3ria pela Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp). Atua no Museu de Arte de S\u00e3o Paulo (MASP) e desenvolve pesquisas na \u00e1rea de Hist\u00f3ria Social, com \u00eanfase nas din\u00e2micas familiares e pr\u00e1ticas pol\u00edticas na S\u00e3o Paulo do s\u00e9culo XVII.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Raphael Fernando Amaral (USP) apresenta \u201cMem\u00f3rias erigidas: usos do passado na constru\u00e7\u00e3o da identidade paulista\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o prop\u00f5e uma an\u00e1lise acerca da instrumentaliza\u00e7\u00e3o do passado na forma\u00e7\u00e3o da identidade paulista, abordando a constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria por meio da afirma\u00e7\u00e3o de monumentos que validassem as concep\u00e7\u00f5es historiogr\u00e1ficas hegem\u00f4nicas entre os s\u00e9culos XIX e XX.<\/p>\n\n\n\n<p>Raphael Amaral \u00e9 doutorando em Hist\u00f3ria pelo programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Hist\u00f3ria Social FFLCH-USP, pesquisando patrim\u00f4nio hist\u00f3rico por meio de monumentos p\u00fablicos, desde 2024. Bacharelado e Licenciatura em Hist\u00f3ria pela FFLCH-USP, conclu\u00eddo em 2009. Mestrado em Hist\u00f3ria pela PUC-SP, com pesquisa focada em Hist\u00f3ria da M\u00fasica e identidades culturais diasp\u00f3ricas, conclu\u00eddo em 2018. Lato Sensu em Hist\u00f3ria, Sociedade e Cultura pela PUC-SP, conclu\u00eddo em 2015. Professor de Hist\u00f3ria de Ensino M\u00e9dio e cursos pr\u00e9-vestibulares.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mesa 6 | 6\/6, sexta-feira, \u00e0s 15h30<\/strong>&nbsp;<br><strong>Lan\u00e7amentos editoriais&nbsp;<\/strong>&nbsp;<br><em>Com Walter Mesquita Barroso, Mar\u00edlia Tofanetto, Maria Aparecida de Menezes Borrego, Igor Renato Machado Lima<\/em>&nbsp;<br><em>Media\u00e7\u00e3o Maria Aparecida Borrego (USP)<\/em>&nbsp;<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Walter Mesquita Barroso (PUC-SP) apresenta \u201c<em><u>A viol\u00eancia na col\u00f4nia<\/u><\/em>: crimes de sacril\u00e9gio no bispado de S\u00e3o Paulo, 1745-1800&#8243; &#8211; S\u00e3o Paulo: Editora E-manuscrito, 2024\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O livro analisa um tipo de crime pouco estudado pela historiografia:<br>o sacril\u00e9gio por efus\u00e3o de sangue. Atrav\u00e9s de documentos in\u00e9ditos, colhidos no Arquivo da C\u00faria Metropolitana de S\u00e3o Paulo, pode-se entender como esse delito acontecia e os motivos. Para al\u00e9m de examinar a falta em si, foi poss\u00edvel descobrir caracter\u00edsticas da sociedade paulista setecentista, como a import\u00e2ncia da defesa da honra, as demonstra\u00e7\u00f5es de valentia e a preocupa\u00e7\u00e3o da Igreja na preserva\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p>Bacharelado em Comunica\u00e7\u00e3o Social- Jornalismo- FIAM 1989<br>Especializa\u00e7\u00e3o em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais pela Fespsp (2013)<br>Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica- SP (2018)<br>Mestrado em Hist\u00f3ria Social (PUC-SP) 2021<br>Doutorando em Hist\u00f3ria &#8211; PUC-SP<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mar\u00edlia Tofanetto Alves (Unesp) apresenta \u201c<em><u>Concubinato<\/u><\/em>: a bastardia tingida pela cor (S\u00e3o Paulo, s\u00e9culo XVII)\u201d &#8211; Jundia\u00ed: Paco, 2025<\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o de baseia no livro que resulta da pesquisa de mestrado. Na obra, a pesquisadora trata da fam\u00edlia na S\u00e3o Paulo seiscentista: tanto das consideradas leg\u00edtimas, oriundas do matrim\u00f4nio, quanto das reputadas ileg\u00edtimas, fruto de rela\u00e7\u00f5es concubin\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, \u00e9 doutoranda no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da Universidade Estadual Paulista &#8220;J\u00falio de Mesquita Filho&#8221; (UNESP), com \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria e Cultura Social, e bolsista FAPESP. \u00c9 mestra em Hist\u00f3ria pelo mesmo programa. Graduada em Hist\u00f3ria pela Faculdade de Ci\u00eancias Humanas e Sociais da UNESP. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de Hist\u00f3ria do Brasil, com \u00eanfase em hist\u00f3ria da fam\u00edlia e hist\u00f3ria da escravid\u00e3o, atuando principalmente nos seguintes temas: Hist\u00f3ria do Brasil Colonial, fam\u00edlia, casamento, vida privada e hist\u00f3ria das mulheres. \u00c9 pesquisadora vinculada ao grupo de pesquisa &#8220;Leviat\u00e3 e o Cativeiro&#8221;.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Maria Aparecida de Menezes Borrego (USP) apresenta \u201c<em><u>Dimens\u00f5es materiais e memoriais do passado colonial paulista\u201d<\/u><\/em>\u00a0&#8211; S\u00e3o Paulo: Museu Paulista da USP, 2025 (EPUB- Portal de Livros Abertos da USP)\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Fruto de estudos realizados ao longo de 15 anos, a obra aborda as din\u00e2micas socioecon\u00f4micas ocorridas na cidade de S\u00e3o Paulo e no oeste da capitania no decurso do s\u00e9culo XVIII e os processos de (re)cria\u00e7\u00e3o desse passado colonial em diversos suportes ao longo dos anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Historiadora e professora livre-docente da Universidade de S\u00e3o Paulo. \u00c9 mestre e doutora em Hist\u00f3ria Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas da USP. Desenvolveu pesquisas de p\u00f3s-doutorado no Museu Paulista &#8211; USP, institui\u00e7\u00e3o na qual obteve, em 2023, a livre-doc\u00eancia com a apresenta\u00e7\u00e3o da tese Dimens\u00f5es materiais e memoriais do passado colonial paulista. Atua como vice-diretora, docente e curadora do Museu Paulista &#8211; USP; professora do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas &#8211; USP e coeditora do peri\u00f3dico Anais do Museu Paulista. Hist\u00f3ria e Cultura Material. Atua nas seguintes \u00e1reas: S\u00e3o Paulo, com\u00e9rcio, sociedade, espa\u00e7o dom\u00e9stico, viagens fluviais, cultura material, cultura escrita, museu, Am\u00e9rica Portuguesa, imp\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Igor Renato Machado Lima apresenta \u201cOs desafios da tradu\u00e7\u00e3o e a atualidade de\u00a0<em><u>Family and Frontier in Colonial Brazil\u201d<\/u><\/em>, de Alida Metcalf. S\u00e3o Paulo: Ed. Unesp, 2024\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A import\u00e2ncia da tradu\u00e7\u00e3o da obra \u00e9 principalmente torn\u00e1-la acess\u00edvel para um p\u00fablico maior como alunos de gradua\u00e7\u00e3o e mesmo leitores n\u00e3o especializados, como os moradores de Santana de Parna\u00edba, com a divulga\u00e7\u00e3o do livro pela prefeitura do munic\u00edpio.<\/p>\n\n\n\n<p>Igor Lima \u00e9 doutor em Hist\u00f3ria\/USP. Tradutor, com Ludmila de Souza, do Livro Fam\u00edlia e Fronteira no Brasil Colonial. Santana do Parna\u00edba, 1580-1808.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PALESTRA DE ENCERRAMENTO | 6\/6, sexta-feira, \u00e0s 16h30<\/strong>&nbsp;<br><strong>S\u00e3o Paulo na constru\u00e7\u00e3o da (mem\u00f3ria) da Independ\u00eancia do Brasil<\/strong>&nbsp;<br><em>Com Cec\u00edlia Helena de Salles Oliveira (Museu Paulista &#8211; USP)&nbsp;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pretende-se propor um exerc\u00edcio de reflex\u00e3o sobre as imbrica\u00e7\u00f5es entre transforma\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas em curso nos s\u00e9culos XIX e XX e a configura\u00e7\u00e3o de mem\u00f3rias nas quais S\u00e3o Paulo se projeta ora como matriz de ut\u00f3pico futuro ora como materializa\u00e7\u00e3o de distopias.<\/p>\n\n\n\n<p>Possui gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria pela Universidade de S\u00e3o Paulo (1973), mestrado em Hist\u00f3ria Social pela Universidade de S\u00e3o Paulo (1979) e doutorado em Hist\u00f3ria Social pela Universidade de S\u00e3o Paulo (1986). Tornou-se Livre-docente em 2000 e prestou concurso para Professor Titular no Museu Paulista da USP, em 2005. Atualmente \u00e9 professora titular s\u00eanior no Museu Paulista da Universidade de S\u00e3o Paulo e professora do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria Social da USP. Entre fevereiro de 2008 e fevereiro de 2012 ocupou a Dire\u00e7\u00e3o do Museu Paulista. Entre 2012 e 2024 integrou o corpo docente do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Interunidades em Museologia da USP. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de Hist\u00f3ria, com \u00eanfase em Hist\u00f3ria do Brasil, investigando principalmente os seguintes temas: rela\u00e7\u00f5es entre hist\u00f3ria e mem\u00f3ria, hist\u00f3ria pol\u00edtica, Independ\u00eancia, hist\u00f3ria do Imp\u00e9rio, escrita da Hist\u00f3ria em Museus e hist\u00f3ria dos museus nacionais. Integrou, entre 2014 e 2016, o corpo docente do Curso de Especializa\u00e7\u00e3o em Museus e Patrim\u00f4nio mantido pela Universidad Andina Simon Bol\u00edvar, em Quito, no Equador.Foi pesquisadora CNPq, n\u00edvel 2, entre 2006 e 2020. Recebeu, em 2014, o Pr\u00eamio Jabuti (3o. lugar na categoria Economia, Administra\u00e7\u00e3o e Neg\u00f3cios) pela colet\u00e2nea Monarquia, Liberalismo e Neg\u00f3cios no Brasil: 1780\/1860, organizada em parceria com Izabel Andrade Marson, editada pela EDUSP, em 2013. \u00c9 membro dos seguintes grupos de pesquisa: Laborat\u00f3rio de Pesquisas sobre Museus na Am\u00e9rica Latina, sediado no Museu de Arqueologia e Antropologia da USP; Imprensa e Circula\u00e7\u00e3o de ideias: o papel dos peri\u00f3dicos nos s\u00e9culos XIX e XX, sediado na Funda\u00e7\u00e3o Casa de Rui Barbosa; e Grupo de Trabalho em Hist\u00f3ria Pol\u00edtica, sediado na Universidade Estadual de Londrina. Integra o Comit\u00ea Curatorial da Plataforma digital #Mem\u00f3riasCovid19, projeto coordenado por Ana Carolina de Moura Delfim Maciel, sediado na UNICAMP.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>AUT\u00d3GRAFOS | 6\/6, sexta-feira, \u00e0s 17h30<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"840\" height=\"299\" src=\"https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Detalhe-da-vila-de-Sao-Paulo-de-Piratininga-em-carta-de-Alexandre-Massaii.-Capitania-de-S.-Visente-c.-1608-1616.-Arquivo-Real-da-Academia-de-Historia-Madri-Espanha_2-840x299.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2579\" srcset=\"https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Detalhe-da-vila-de-Sao-Paulo-de-Piratininga-em-carta-de-Alexandre-Massaii.-Capitania-de-S.-Visente-c.-1608-1616.-Arquivo-Real-da-Academia-de-Historia-Madri-Espanha_2-840x299.jpg 840w, https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Detalhe-da-vila-de-Sao-Paulo-de-Piratininga-em-carta-de-Alexandre-Massaii.-Capitania-de-S.-Visente-c.-1608-1616.-Arquivo-Real-da-Academia-de-Historia-Madri-Espanha_2-660x235.jpg 660w, https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Detalhe-da-vila-de-Sao-Paulo-de-Piratininga-em-carta-de-Alexandre-Massaii.-Capitania-de-S.-Visente-c.-1608-1616.-Arquivo-Real-da-Academia-de-Historia-Madri-Espanha_2-768x273.jpg 768w, https:\/\/portaldoipiranga.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Detalhe-da-vila-de-Sao-Paulo-de-Piratininga-em-carta-de-Alexandre-Massaii.-Capitania-de-S.-Visente-c.-1608-1616.-Arquivo-Real-da-Academia-de-Historia-Madri-Espanha_2.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>SERVI\u00c7O<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>III Jornada de Estudos: S\u00e3o Paulo colonial em perspectiva<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>4, 5 e 6 de junho<br>Audit\u00f3rio do Museu do Ipiranga, piso jardim<\/p>\n\n\n\n<p>Entrada gratuita para este evento<\/p>\n\n\n\n<p>Int\u00e9rprete de Libras<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Inscri\u00e7\u00f5es abertas&nbsp;<\/strong>at\u00e9 25\/5 neste&nbsp;<a href=\"https:\/\/museudoipiranga.org.br\/evento\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><u>link<\/u><\/a>.<br>Os participantes receber\u00e3o certificado da USP<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Acesso ao edif\u00edcio monumento<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O acesso ao edif\u00edcio monumento, no qual est\u00e3o abertas as exposi\u00e7\u00f5es de longa dura\u00e7\u00e3o, se d\u00e1 por meio de ingressos vendidos no site ou diretamente na bilheteria.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Museu do Ipiranga<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Endere\u00e7o<\/strong>: Rua dos Patriotas, 100<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Funcionamento<\/strong>: Ter\u00e7a a domingo (incluindo feriados), das 10h \u00e0s 17h (\u00faltima entrada \u00e0s 16h).<\/p>\n\n\n\n<p>Bilheteria a partir das 9h.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ingressos para as exposi\u00e7\u00f5es de longa-dura\u00e7\u00e3o<\/strong>: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gratuidades<\/strong>: Quartas-feiras e primeiro domingo do m\u00eas, al\u00e9m de entrada franca para p\u00fablicos espec\u00edficos. Confira mais informa\u00e7\u00f5es:&nbsp;<a href=\"https:\/\/museudoipiranga.org.br\/visite\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Link<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Transporte p\u00fablico:<\/strong>&nbsp;De metr\u00f4, h\u00e1 tr\u00eas esta\u00e7\u00f5es da linha 2 (verde) pr\u00f3ximas ao Museu, Alto do Ipiranga (30 minutos de caminhada), Santos-Imigrantes (25 minutos a p\u00e9) e Sacom\u00e3 (25 minutos a p\u00e9). A linha 710 da CPTM tem uma parada no Ipiranga (20 minutos de caminhada).<\/p>\n\n\n\n<p>Principais linhas de \u00f4nibus: 4113-10 (Gentil de Moura \u2013 P\u00e7a da Rep\u00fablica), 4706-10 (Jd. Maria Estela \u2013 Metr\u00f4 Vila Mariana), 478P-10 (Sacom\u00e3 \u2013 Pompeia), 476G-10 (Ibirapuera \u2013 Jd.Elba), 5705-10 (Terminal Sacom\u00e3 \u2013 metr\u00f4 Vergueiro), 314J-10 (P\u00e7a Almeida Junior \u2013 Pq. Sta Madalena), 218 (S\u00e3o Bernardo do Campo \u2013 S\u00e3o Paulo).<\/p>\n\n\n\n<p>Pessoas com de\ufb01ci\u00eancia em transporte individual: na entrada da rua Xavier de Almeida, n\u00ba 1, h\u00e1 vagas rotativas (zona azul) em 90\u00b0.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bicicletas:&nbsp;<\/strong>para quem usa bicicleta, h\u00e1 paraciclos dispon\u00edveis pr\u00f3ximos aos port\u00f5es da R. Xavier de Almeida e R. dos Patriotas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Museu do Ipiranga \u2013 USP<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Museu do Ipiranga \u00e9 uma das sedes do Museu Paulista da Universidade de S\u00e3o Paulo, que tamb\u00e9m agrega o Museu Republicano de Itu. \u00c9 um dos mais completos e modernos museus da Am\u00e9rica Latina, com 49 salas expositivas no edif\u00edcio monumento, abrigando exposi\u00e7\u00f5es de longa dura\u00e7\u00e3o que apresentam um panorama da Hist\u00f3ria e da cultura material brasileira. S\u00e3o elas: \u201cPassados imaginados\u201d, \u201cUma Hist\u00f3ria do Brasil\u201d, \u201cPara entender o Museu\u201d, \u201cCasas e coisas\u201d, \u201cMundos do trabalho\u201d. O Museu tamb\u00e9m conta com uma sala expositiva no Piso Jardim, pronta para receber exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias que articulam os conte\u00fados presentes no edif\u00edcio monumento a temas da atualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A acessibilidade \u00e9 tema estrat\u00e9gico do Museu, que busca ser inclusivo para todas as esferas da sociedade. Os recursos acess\u00edveis \ufb01guram em todos os pavimentos do edif\u00edcio, integrados \u00e0s exposi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A gest\u00e3o do Museu do Ipiranga \u00e9 feita pela dire\u00e7\u00e3o do Museu Paulista, com suporte da Funda\u00e7\u00e3o de Apoio ao Museu Paulista (FAAMP).<\/p>\n\n\n\n<p>O edif\u00edcio, tombado pelo patrim\u00f4nio hist\u00f3rico municipal, estadual e federal, foi constru\u00eddo entre 1885 e 1890 e est\u00e1 situado dentro do complexo do Parque Independ\u00eancia. Concebido originalmente como um monumento \u00e0 Independ\u00eancia, tornou-se em 1895 a sede do Museu do Estado, criado dois anos antes, sendo o museu p\u00fablico mais antigo de S\u00e3o Paulo e um dos mais antigos do pa\u00eds. Est\u00e1, desde 1963, sob a administra\u00e7\u00e3o da USP, atendendo \u00e0s fun\u00e7\u00f5es de ensino, pesquisa e extens\u00e3o, pilares de atua\u00e7\u00e3o da Universidade.<\/p>\n\n<div style=\"font-size:0px;height:0px;line-height:0px;margin:0;padding:0;clear:both\"><\/div><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Museu do Ipiranga recebe a terceira edi\u00e7\u00e3o da Jornada de Estudos: S\u00e3o Paulo colonial em perspectiva em junho\u00a0 O Museu do Ipiranga recebe a terceira edi\u00e7\u00e3o do evento&nbsp;Jornada de Estudos: S\u00e3o Paulo colonial em perspectiva, que ser\u00e1 realizado nos dias&nbsp;4, 5 e 6 de junho, no audit\u00f3rio do Museu do Ipiranga. O evento contar\u00e1 com a participa\u00e7\u00e3o de 27 convidados de diferentes institui\u00e7\u00f5es. A programa\u00e7\u00e3o se estende pelos per\u00edodos da manh\u00e3 e da tarde, com inscri\u00e7\u00f5es gratuitas pelo site do Museu.&nbsp; Organizada pelos docentes&nbsp;Maria Aparecida de Menezes Borrego&nbsp;(USP), Jos\u00e9&nbsp;Carlos Vilardaga&nbsp;(Unifesp)&hellip;<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2578,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[136,44,38],"tags":[262],"class_list":["post-2576","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-do-ipiranga","category-museu-do-ipiranga","category-museu-paulista","tag-jornada-de-estudos"],"jetpack_publicize_connections":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2576","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2576"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2576\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2580,"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2576\/revisions\/2580"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2578"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2576"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2576"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2576"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}