{"id":64,"date":"2016-04-13T21:34:00","date_gmt":"2016-04-13T21:34:00","guid":{"rendered":"http:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/2016\/04\/13\/peca-na-favela-de-heliopolis-exibe-o-empoderamento-feminino-no-dia-a-dia\/"},"modified":"2016-04-13T21:34:00","modified_gmt":"2016-04-13T21:34:00","slug":"peca-na-favela-de-heliopolis-exibe-o-empoderamento-feminino-no-dia-a-dia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portaldoipiranga.com\/index.php\/2016\/04\/13\/peca-na-favela-de-heliopolis-exibe-o-empoderamento-feminino-no-dia-a-dia\/","title":{"rendered":"Pe\u00e7a na favela de Heli\u00f3polis exibe o empoderamento feminino no dia a dia"},"content":{"rendered":"<div align=\"center\" style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><a href=\"https:\/\/4.bp.blogspot.com\/-aqzAa4HMJxU\/Vw67P2FC4oI\/AAAAAAAAIYs\/z6qKQa8_lLkZbGHUNJDBu6BrHbxg074XQCLcB\/s1600\/original_cine.png\" style=\"background-color: transparent; margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"https:\/\/4.bp.blogspot.com\/-aqzAa4HMJxU\/Vw67P2FC4oI\/AAAAAAAAIYs\/z6qKQa8_lLkZbGHUNJDBu6BrHbxg074XQCLcB\/s1600\/original_cine.png\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\">Col\u00e9ricas. Irasc\u00edveis. Sangue nos zoio. Essa \u00e9 a pegada das tr\u00eas mulheres que atuam na pe\u00e7a&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">No beco da Preta<\/em>. N\u00e3o em um teatro convencional, mas dentro da favela de Heli\u00f3polis, na zona sul, de S\u00e3o Paulo. N\u00e3o na rua, pois o barulho do local n\u00e3o permitiria, mas num endere\u00e7o conhecido pela coragem e por inovar ao fazer a arte com a for\u00e7a bruta, o&nbsp;<span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\">Cine Favela de Heli\u00f3polis<\/span>.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\">Na pequena sala de proje\u00e7\u00e3o, onde tamb\u00e9m s\u00e3o ministradas aulas de inform\u00e1tica, capoeira, karat\u00ea, entre outras fun\u00e7\u00f5es, as tr\u00eas mulheres brilham no cen\u00e1rio simples e sombrio.&nbsp;Infelizmente, sem apoio da Lei Rouanet ou de qualquer incentivo financeiro,&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">No beco da Preta<\/em>&nbsp;entrar\u00e1 em cartaz, no pr\u00f3ximo s\u00e1bado (16\/04),&nbsp;\u00e0s 20h.<br style=\"box-sizing: border-box;\" \/><br style=\"box-sizing: border-box;\" \/> Composta exclusivamente por mulheres e seus dramas pessoais, a pe\u00e7a conta a hist\u00f3ria de Maria que foi estuprada, espancada, esculachada pela sociedade, acreditou no amor e sofreu as duras consequ\u00eancias na pr\u00f3pria pele. Da doutora Ana que se formou com ajuda do Prouni, trabalha no Hospital Heli\u00f3polis, \u00e9 virgem e, ainda, sonha com um pr\u00edncipe encantado, mas, em contrapartida, no meio da noite vai para o pared\u00e3o quebrar geral no funk, sempre com a imagem de Santo Ant\u00f4nio guardada no meio dos seios. E de Isleide que enquanto varre o beco relembra o passado, a revolta da popula\u00e7\u00e3o, o assassinato&nbsp;da l\u00edder comunit\u00e1ria Preta, o descaso dos pol\u00edticos, a falta de educa\u00e7\u00e3o dos moleques da comunidade, e ainda acha espa\u00e7o para rir e lamentar pelo marido broxa.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\">Na pe\u00e7a \u00e9 tudo junto e misturado. Com\u00e9dia, drama, revolta, zoeira, dor, alegria. Tudo embalado pelo empoderamento, pelo feminismo, pela ironia pol\u00edtica, pela cr\u00edtica social, elementos que a arte \u00e9 capaz de transformar. S\u00e3o 40 minutos tensos e divertidos. Uma batida que n\u00e3o \u00e9 perfeita, com in\u00fameros pontos de reflex\u00e3o. Tudo que o teatro pode trazer e fazer pra mudar uma realidade local ou pelo menos apontar um rumo. Afinal, a vida pode imitar a arte.<\/div>\n<div align=\"center\" style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><\/div>\n<div align=\"center\" style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\"><u style=\"box-sizing: border-box;\">PRODU\u00c7\u00c3O<\/u><\/span><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\">A pe\u00e7a foi idealizada pelo jornalista, escritor e parceiro do Cine Favela, h\u00e1 doze anos, Willian Novaes:&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">&#8220;Nessa \u00faltima d\u00e9cada que passei vindo aqui em Heli\u00f3polis, dirigindo e escrevendo roteiros, ouvi hist\u00f3rias e mais hist\u00f3rias de todo o tipo e percebi que as mulheres sempre estavam na linha de frente e poucas vezes nos pap\u00e9is principais. Inclusive em nossas produ\u00e7\u00f5es. Isso precisava mudar. O come\u00e7o foi o curta-metragem&nbsp;<\/em>A encruzilhada<em style=\"box-sizing: border-box;\">. E agora&nbsp;<\/em>No beco da Preta&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">que \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o altamente sens\u00edvel, ao assistir chega a doer, pois mostra o poder do empoderamento feminino, mesmo num lugar extremamente machista, como a favela&#8221;.<\/em><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\">Willian convidou a tamb\u00e9m jornalista, dramaturga e atriz Maria Teresa Cruz, com seu teatro brutal, para dirigir e fazer a coisa acontecer. Tamb\u00e9m se uniu ao projeto o professor de teatro Di Camargo. Eles fizeram um laborat\u00f3rio de oito meses com as atrizes. Direcionaram as falas, que foram criadas pelas pr\u00f3prias meninas. Com talento e muito suor a dupla colocou em cartaz uma das pe\u00e7as mais violentas, no sentido figurado, da cena teatral atual.&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">&#8220;\u00c9 preciso mostrar o feminismo, o empoderamento, talvez Simone de Beauvoir chorasse com essa pe\u00e7a&#8221;<\/em>, conta Maria Teresa. Para Di fazer teatro n\u00e3o \u00e9 coisa pra qualquer um: &#8220;<em style=\"box-sizing: border-box;\">Essa com certeza n\u00e3o \u00e9 mais uma daquelas pe\u00e7as feitas na favela, de qualquer jeito. Tivemos um grande processo. Talentos foram aflorados, tudo para o bem do teatro&#8221;.<\/em>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\"><u style=\"box-sizing: border-box;\">Quem s\u00e3o as protagonistas:<\/u><\/span><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\">Isleide Marinho<\/span>&nbsp;era virgem no palco, aos 33 anos, a ex-seguran\u00e7a banc\u00e1ria, por curiosidade aceitou um convite para participar do curta-metragem&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">A encruzilhada<\/em>, no ano passado, produzido pelo Cine Favela. Antes tinha feito algumas figura\u00e7\u00f5es em programas populares. Nasceu no Rio de Janeiro e frequenta Heli\u00f3polis h\u00e1 5 anos.<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\">Rejane Alves<\/span>&nbsp;\u00e9 de \u00d3roco, no sert\u00e3o pernambucano. \u00c9 atrizz por paix\u00e3o. J\u00e1 atuou em diversas pe\u00e7as, participa de Saraus e \u00e9 volunt\u00e1ria em um projeto social que ajuda pessoas carentes e mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica. Como a sua Maria j\u00e1 sofreu na pele o peso da m\u00e3o alheia e crava: \u201c<em style=\"box-sizing: border-box;\">no primeiro tapa &nbsp;sai fora. Da li n\u00e3o vem mais amor<\/em>\u201d.<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\">Rita Andrade,<\/span>&nbsp;30 anos, nasceu na pequena cidade de Santa Luz, na Bahia, mora em Heli\u00f3polis desde 2003, \u00e9 atriz e j\u00e1 atuou em diversas montagens e em trabalhos realizados no Cine Favela.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\"><u style=\"box-sizing: border-box;\">Quem s\u00e3o os diretores:<\/u><\/span><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\">Di Camargo<\/span>, \u00e9 ator e professor de teatro desde 2006. Colabora com o Cine Favela desde 2006. &nbsp;Tem uma rotina fren\u00e9tica, mas por amor \u00e0 arte consegue conciliar seu trabalho, em um dos maiores bancos do pa\u00eds, com sua paix\u00e3o pelo teatro e se dedica a ensinar e aprender teatro numa das maiores favelas do pa\u00eds e em outros cantos esquecidos pelo poder p\u00fablico. J\u00e1 atuou em oito pe\u00e7as de teatro, 10 curta metragens, participou de leitura dram\u00e1tica, realizou locu\u00e7\u00f5es e foi jurado do Festival de curta metragens do Cine Favela em tr\u00eas oportunidades<span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\">.<\/span>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\">Maria Teresa Cruz<\/span>&nbsp;\u00e9 jornalista, atriz e dramaturga. Em comunidade,&nbsp;carrega grande experi\u00eancia com o trabalho&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">Jo\u00e3o e Tereza<\/em>, realizado na favela do Sapo, em Piracicaba, no interior de S\u00e3o Paulo, pelo qual ganhou o pr\u00eamio Carlos Drummond de Andrade de iniciativas culturais em 2002. Escreveu em 2013 a pe\u00e7a<em style=\"box-sizing: border-box;\">A ordem partiu de quem?<\/em>&nbsp;sobre a viol\u00eancia policial ocorrida nas manifesta\u00e7\u00f5es do mesmo ano. Atuou em algumas pe\u00e7as, entre elas:&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">As cartas portuguesas<\/em>, dire\u00e7\u00e3o de Jamil Dias, em 2010, e&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">Tempo\/Passagens<\/em>, dire\u00e7\u00e3o colaborativa com o parceiro Jeferson Kucioyada, em 2015. Com talento quase sem educa\u00e7\u00e3o, Maria Teresa tem o poder de ser notada aonde chega. Tamb\u00e9m conta com um canal no YouTube, Cenas da Cidade, al\u00e9m de apoiar o movimento feminino na cidade de S\u00e3o Paulo.<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-weight: bolder;\">Willian Novaes<\/span>&nbsp;\u00e9 jornalista, escritor, diretor e roteirista de cinema. \u00c9 parceiro do Cine Favela desde 2004. Cresceu na quebrada do Jaragu\u00e1, em S\u00e3o Paulo. Gosta de provocar e levantar pol\u00eamicas. Em 2014, escreveu o livro&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">Mascarados<\/em>, sobre os&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">Black Blocs<\/em>. Entre outros trabalhos para o Cine Favela est\u00e1 o roteiro do longa-metragem&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">Exclu\u00eddos da Sociedade<\/em>&nbsp;e o curta-metragem&nbsp;<em style=\"box-sizing: border-box;\">A encruzilhada<\/em>.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\">CINE FAVELA \u00e9 uma entidade s\u00f3cio cultural criada, na favela de Heli\u00f3polis, na cidade de S\u00e3o Paulo. H\u00e1 quase 14 anos produzindo cultura na periferia, sem custos para os alunos. Com esfor\u00e7os montou a sala de cinema, com proje\u00e7\u00e3o digital. No local sempre acontece sess\u00f5es de cinema, com pipoca e refrigerante. Na dire\u00e7\u00e3o da entidade, est\u00e1 o comerciante Reginaldo di Tulio que carrega e muitas vezes paga do seu pr\u00f3prio bolso as produ\u00e7\u00f5es do local. O Cine Favela \u00e9 um marco para a cidade e um dos poucos pontos de cultura do local, onde vivem mais de 130 mil pessoas.<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><em style=\"box-sizing: border-box;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-style: normal; font-weight: bolder;\">Servi\u00e7o:<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><em style=\"box-sizing: border-box;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-style: normal; font-weight: bolder;\">Estreia dia 16\/04\/2016&nbsp; \/ Hor\u00e1rio: 20hs<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><em style=\"box-sizing: border-box;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-style: normal; font-weight: bolder;\">Local: Cine Favela de Favela<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\"><em style=\"box-sizing: border-box;\"><span style=\"box-sizing: border-box; font-style: normal; font-weight: bolder;\">Onde: Rua do Pacificador<\/span><\/em>, 288 \u2013 antiga Rua da Alegria. Descer no \u00faltimo ponto da Avenida Almirante Delamare.<\/div>\n<div style=\"background-color: white; box-sizing: border-box; font-family: tahoma, arial, verdana, sans-serif; font-size: 14px; margin-bottom: 1.12em; margin-top: 1.12em; padding: 0px;\">De Metr\u00f4: descer na esta\u00e7\u00e3o Sacom\u00e3. Cinco minutinhos de t\u00e1xi ou pegar o \u00f4nibus no Terminal Sacom\u00e3. Linha : 5031-10 \u2013 Vila Arapua.<\/div>\n\n<div style=\"font-size:0px;height:0px;line-height:0px;margin:0;padding:0;clear:both\"><\/div><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Col\u00e9ricas. Irasc\u00edveis. Sangue nos zoio. Essa \u00e9 a pegada das tr\u00eas mulheres que atuam na pe\u00e7a&nbsp;No beco da Preta. N\u00e3o em um teatro convencional, mas dentro da favela de Heli\u00f3polis, na zona sul, de S\u00e3o Paulo. 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